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A Teoria Cognitivo Comportamental entende que os nossos pensamentos baseiam nossos comportamentos e emoções, sendo os pensamentos influenciados por crenças e, quando eles estão distorcidos, geram comportamentos e emoções disfuncionais mal adaptadas. Por isso, propõe que seja realizada a técnica da reestruturação cognitiva.


Assim, para modificar emoções e comportamentos, intervimos sobre a forma do indivíduo processar informações, ou seja, interpretar, representar ou atribuir significado a eventos, em uma tentativa de promover mudanças em seu sistema de esquemas e crenças. Essas intervenções objetivam uma reestruturação cognitiva do paciente, o que o levará a processar informação no futuro de novas formas, mais adaptadas. A terapia cognitivo comportamental é uma modalidade testada e validada para pacientes com diferentes níveis de educação, renda, em todas as idades, demonstrando eficácia no tratamento de vários transtornos, dentre eles os alimentares. Caracteriza-se por ser de cunho breve, de tempo curto e limitado, estruturada, focada, adaptada ao contexto socioeconômico atual, podendo ser amplamente utilizada pelo sistema de saúde público, bem como pelos convênios e seguros de saúde (BECK, 1997).


As sessões relativas à abordagem teórica da cognitivo comportamental são semi-estruturadas, envolvendo tarefas entre as sessões, o que otimiza todo o processo. Ela é focal, requerendo uma definição concreta e específica dos problemas do paciente e das metas terapêuticas. Tem um caráter didático e educativo, pois as intervenções são explícitas, envolvendo feedback recíproco entre o terapeuta e o paciente. O objetivo principal é dotar o paciente de estratégias cognitivas e comportamentais, a fim de capacitá-lo para a promoção e preservação continuadas de uma estrutura cognitiva funcionar, ou seja, melhor adaptada. Além disso, ela mostra-se eficaz para diferentes populações, independentemente de cultura e níveis socioeconômico e educacional (BECK, 1997).